Ubuntu
Campus Party 2010
Æ!!
Esse começo de ano eu estou aproveitando para participar de alguns eventos, e a Campus Party é um dos principais deles.
Assim que eu entrei na empresa que eu estou trabalhando atualmente eu já informei que em janeiro tinha um evento que eu gostaria muito de participar (entrei na empresa em abril
) e deixei combinado que eu estaria liberado para o tal, portanto agora consegui uma semana de férias para aproveitar a campus party!
Entrada
Começando pela entrada no evento na segunda feira. Entrar em um evento onde se está esperando 6000 pessoas que vão receber barracas para acampar e tem que ter seus notebooks cadastrados e etiquetados nunca é fácil, e não foi dessa vez que as coisas foram mais rápidas.
Na segunda feira tínhamos uma fila monumental para cada coisa que tinha que fazer, desde a entrada, passando pelo cadastramento e pelo local onde retiramos as mochilas e barracas.
Mas não estava mal organizado a princípio, o problema era a quantidade de gente mesmo.
Camping
A área de camping estava organizada como sempre, mas dessa vez todas as barracas estavam montadas (da ultima vez nós tivemos que montar as nossas) e eles estavam apenas distribuindo os numeros delas. Levei um coxão inflável dessa vez por que o coxão do ano passado era quase um lençol…hehehe…Era como se eu estivesse dormindo no chão. Para dormir por lá é sempre barulhento pois a Campus Party não para um segundo, sempre tem pessoas gritando sem motivo independente da hora, mas isso não atrapalha (muito) a diversão.
Palestras
Achei que fosse assistir bem mais palestras esse ano, mas quando estava por lá eu fiquei com preguiça de assistir algumas.
Uma das coisas que foi mais legal na Campus Party esse ano na minha opinião foi a transmissão ao vivo das palestras! Eu mesmo assisti mais de uma palestra pela internet, tanto quando eu estava em casa como quando eu estava no evento, por que eu achava o audio bem melhor do que ter que ouvir no meio de todo o ruído que os campuseiros produzem.
Gostaria de destacar algumas palestras que eu assisti e gostei muito:
- Matemática para não matemáticos
- Matemática orientada a Computação gráfica
- Criando e lançando um site em 42 minutos com Sinatra
- Segurança e RubyOnRails
- Introdução ao Blender
- Desenvolvimento de games para IPhone
Cada uma teve suas particularidades, mas foram bem legais de se assistir e cada uma agregou um pouco a meu conhecimento.
Internet
A internet do Evento não deixou a desejar, e como muitos sabem, o forte de compartilhamento da Campus Party não é a internet, e sim os programas de P2P que usamos internamente (no caso o dc++). Alguns pontos de rede não estavam funcionando, mas esse não foi um grande empecilho, sendo que a grande maioria estava e você podia simplesmente sentar, plugar o seu notebook e compartilhar arquivos a mais de 1MB por segundo (consegui 9MB no começo do evento). A internet para download externo também não deixou na mão, possibilitando downloads a 1MB por segundo dependendo do servidor que está fornecendo o download,
Inovação
Um foco bem legal da Campus Party é trazer inovação, mostrar projetos inovadores, incentivar jovens a inovarem criando novas tecnologias e novos negócios. Na área expo tinha muitas coisas interessantes, como por exemplo, um jogo que utiliza o controle do Wii e simula um spray que deixa você “pixar” uma tela virtual e fazer vários tipos de desenhos.
Networking
Essa é a parte que mais me motiva a ir para a Campus Party! Muito mais do que arquivos, internet, palestras ou outras coisas, eu vou para a Campus Party para ver os amigos e bater um papo sobre coisas interessantes/
Até amigos de outros estados vem para a Campus Party e eu tenho a chance de vê-los, né Griebeler!
E tudo isso sem contar os amigos novos que eu faço por lá e o pessoal que eu só conhecia pela internet e conheci pessoalmente! Entre eles estão Ricardo, Pedro, Lucas, Rencka, João, oTubo e mais uma galera!
Conclusão
Eu recomendo participar da Campus Party pelo menos algum dia se você tiver a chance.
Você já deve ter ouvido falar que a Campus Party é mó zona, fica um monte de gente gritando sem motivo, pessoas fazendo brincadeiras que não tem graça nenhuma, as palestras são difíceis de ouvir tanto pela zona como por que há várias palestras simultâneas e os palcos são próximos e etc… Eu só tenho uma coisa a te dizer: Isso é tudo verdade, mas eu iria mesmo assim!
Nada disso atrapalha a sua diversão, e o seu benefício, você apenas precisa “entrar na brincadeira” e aproveitar.
Há braços
Instalando o Allegro 4.2.2 no Linux x86
Æ!!
Como mencionei no meu ultimo post eu parcicipei do GameJam do Itaú cultural e desenvolvi um jogo com Allegro. Agora com o jogo pronto estou criando arquivos executáveis para divulgar e tinha me esquecido da diferença de arquitetura no Linux, assim compilei apenas para meu Linux x64.
Quando me dei conta que não funcionou no computador do trabalho por que eu tinha um binário x64, eu tive que instalar o Allegro no computador de lá para poder fazer funcionar também em Linux x86. Pensei eu:
“Vai ser moleza, assim como foi instalar o Allegro 4.2.2 no notebook que é x64″
E lá fui eu:
./configure make
Ué…Deu um problema bizarro com o FNSTSW no make, então não vai ser tão fácil assim…E lá vamos nós procurar na internet. Procurando eu descobri que tem realmente um erro em uma parte Assembly do código do Allegro para x86 que está errada na versão 4.2.2 que provavelmente foi consertada nas versões futuras, mas nesse caso tive que arrumar na mão:
No arquivo src/i386/icpus.s alterar a seguinte linha (tirar a que tem um menos e colocar a que tem um mais):
fninit movl $0x5A5A, %eax - fnstsw %eax + fnstsw %ax cmpl $0, %eax jne is_fpu_not_found
E assim eu consegui compilar certinho!
Quando tentei rodar meu binário me deparei com o seguinte erro: “error while loading shared libraries: liballeg.so.4.2: cannot open shared object file: No such file or directory” ¬¬
Pesquisando na internet novamente eu descobri que estava faltando eu adicionar o diretório /usr/local/lib ao meu LD_LIBRARY_PATH:
No meu .bashrc:
export LD_LIBRARY_PATH=$LD_LIBRARY_PATH:/usr/local/lib
OU
Editar o meu arquivo /etc/ld.so.conf e incluir /usr/local/lib no final do arquivo e depois rodar o comando ldconfig como root
Com isso eu consegui finalmente compilar o jogo e fazer o meu binário rodar o meu jogo normalmente.
Espero que seja útil para mais alguem.
Há braços
Encontro de numero 5 do Guru-sp
Æ!!
Nesse sábado aconteceu o quinto encontro do Guru-sp!
O encontro estava marcado para as 10 da manhã com uma seção para iniciantes e começou as 10:30 ( sempre atrasa um pouquinho né? hehe ), já com um bate papo legal coordenado pelo @rafaelrosafu após uma breve apresentação de todos os participantes.
Rails para iniciantes
Nessa primeira seção tiveram muitas conversas interessantes sobre algumas filosofias Rails, como DRY, REST, TDD, Test all the Fucking Time, Skynny Controllers and Fat Models e mais algumas outras coisas bem interessantes que fomentaram uma ótima discussão sobre quais os melhores padrões para se seguir quando se constrói uma aplicação Rails ( sim, falamos tomando como base uma aplicação Rails ), como utilizar plugins como o ResourceController ( que tem seus prós e contras ), manter seus scripts num lugar diferente da pasta scripts, que é a pasta padrão para scripts “internos” do Rails e tentar centralizar em uma pasta dentro de lib, além de usar Rake sempre que possível para essas tarefas ficarem organizadas e de fácil acesso.
Uma parada rápida para o almoço no Shopping e lá se vão mais de 20 programadores para comer a bater papo!
DataMapper
Após o almoço tivemos a palestra sobre DataMapper do @rafaelrosafu ( olha ele aí novamente! ) que explicou muito bem dando várias referências sobre o seu blog pessoal e como ele fez para utilizar o DataMapper ao invés do Active Record. O Rails é mais difícil de se sair do padrão, mas ficará mais simples de se escolher um ORM quando chegarmos ao Rails 3. Aproveitando o gancho de DataMapper eu falei um pouco de Sinatra dando alguns pitacos na condução do Rafael.
Git
Após a palestra de DataMapper passamos para uma palestra de Git com o Douglas ( qmx ), que foi muito interessante e participativa! Pegamos uma galera do grupo para fazer um scaffold e commitar no projeto para começar a ver coisas diferentes, como merges, rebases, mudanças de commit, e algumas outras coisas legais, como usar tags, procurar por um código em meio aos commits e outras coisas interessantes! =)
Levantamos a idéia de participar do Rails Rumble, aproveitando que o Diego Carrion estava conosco e comentou que a GoNow estava patrocinando 3 equipes para o evento, mas não conseguimos ter uma idéia legal para propor para o concurso.
Coding Dojo
E finalmente como ultima coisa do dia tivemos o nosso coding dojo, que era uma das coisas que eu mais estava esperando nesse econtro! O Vinicius Baggio “se ofereceu” ( com um empurrãozinho meu…hahah ) para ficar com o notebook ligado no datashow e conduzir o código. O dojo foi muito divertido com participação de todos da sala, o que sempre trazia novas idéias para fazer um código melhor e agregava conhecimento para todos. Fizemos TDD para construir umas classes simples de usuário.
Conclusão
Gostaria de agradecer ao André e o pessoal da Voice Technology por todo o apoio ao evento e ao grupo, com local, organização, fotos e mais várias outras coisas! Guys you Rock!
Infelizmente algumas pessoas não puderam aparecer, e outras apareceram por pouco tempo ( o Marcelo Castellani ), por motivos pessoais, mas espero que estejam presentes no próximo!
O evento realmente valeu a pena e aprendi muita coisa por lá, alem de conhecer muita gente interessante tambem! Agora é marcar os próximos e esperar que o grupo cada vez cresça mais e podemos fortalecer as amizades e conhecimentos!
Há braços
Como desabilitar o beep no Ubuntu
Æ!!
Resolvi postar sobre isso por que é uma coisa tão simples mas irrita muito quando você não sabe como desabilitar, e sempre que eu procurava eu caia em fóruns com vários comandos bizarros e colocar algo referente ao com no blacklist e não sei o que mais lá que era chato de se fazer, quando é tão fácil.
O que sempre acontecia é que eu estava aqui ouvindo boa musica ( e alta, por sinal ) e programando, o que me levava ao terminal em vários momentos, e quando eu menos espero aquele meu backspace adicional gera um beep monstruoso que dá um grande susto, e isso me irritava profundamente.
O caso acima é o caso primário de beep, quando o mesmo é vindo das caixinhas de som, e pode ser desabilitado no mesmo local que o caso secundário.
O caso secundário é quando o beep chato vem do seu speaker, portanto mesmo abaixando o som da caixinha você ainda tem o maldito beep lá no speaker.
Pois bem, ambos os beeps podem ser desabilitados aqui:
System > Preferences > Sound
Todas as opções referente aos sons emitidos pelo sistema operacional ficam aí e você pode desabilitar só alguns ou todos ( como é o meu caso ). E para o beep do speaker é só desmarcar a caixa System Beep!
Espero que mais ninguem fique desgraçando o sistema por que ele fica emitindo beeps supostamente benéficos para vc!
Há braços
Instalando modem 3G Claro USB E226 no Ubuntu
Æ!!
Após receber um modem Claro da empresa que eu trabalho atualmente eu fui fazer o processo de instalação no Ubuntu. Já tinha recebido a informação de um colega de trabalho de como fazer, e obviamente não foi nada difícil ( o que que é difícil no Ubuntu?
).
Vou descrever aqui o processo:
- Inserir o modem na entrada USB
- Vai aparecer um assistente de configuração simples ( Next Next Finish ), para você seguir e instalar. Caso o assistente não apareça automáticamente ( foi o meu caso ), você pode acessá-lo clicando com o botão direito em cima do ícone de rede que fica ao lado do relógio e clicar em “Edit Connections” ou apertar Alt+F2 ( ou o seu atalho para executar ) e digitar nm-connection-editor. Estando no editor de conexões basta clicar na aba “Mobile Broadband” e depois clicar em “Add”, que o assistente vai aparecer.
Quando terminar o processo com o assistente ( rapidinho ) o seu modem já estará instalado!
Para sua internet funcionar você só vai precisar mudar os endereços de DNS que não estarão corretos. Para alterar apenas clique em na conexão que você criou no “Edit Connections > Mobile Broadband”, e clique em “Edit”.
Após clicar em “Edit” digite a senha do seu usuário ( se necessário ) e siga para a aba IPV4 Settings. Nessa aba altere o campo DNS Settings para 208.67.222.222, 208.67.220.220.
Com isso você já vai conseguir navegar normalmente!
Há braços
Configurando seu Gtalk do Google Apps no Pidgin
Æ!!
Resolvi postar sobre isso depois de passar por 3 empresas que usam o Google Apps for your Domain e eu sempre esbarrar com o maldito probleminha ao se configurar o Pidgin.
Pensei que isso era burrice minha de não ver a configuração correta, mas depois percebi que não era só eu que não via essas configurações para poder fazer o negócio funcionar! Como eu nunca anotava o processo, sempre tinha que ficar pesquisando para ver se achava algo relacionado a isso, e nunca funcionava.
Quando se pesquisa no Google sobre configurar o Pidgin para usar o IM do seu Google Apps, você geralmente cai nessa página, onde está errado…
As configurações corretas para se usar são as seguintes:
Aba “Basic”: Protocol: XMPP Username: SeuUsuario Domain: sua_empresa.com.br Resource: gmail.com/ ( não sei se é realmente necessário ) Password: ******
Aba “Advanced” Connect port: 5222 Connect server: talk.google.com File transfer proxies: proxy.jabber.org
E com isso você já vai ter o seu Pidgin funcionando com a sua conta do Google Apps!
Há braços
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