Rework

Æ!!

Hoje terminei de ler o livro da 37signals chamado Rework! E vou falar um pouco sobre a idéia dele aqui.

Atualmente eu fiz uma compra na Amazon em conjunto com uns amigos (@vinibaggio, @hugobarauna, @cantoniodasilva), e cogitei a compra do Rework, mas depois de uma pergunta no Twitter e algumas respostas sobre a idéia do livro eu resolvi não comprar, pois parecia muito gerencial, e acabei optando por outros (Design Patterns In Ruby, Ruby Programming Language, The Pragmatic Programmer), que falarei em outros posts :P .

No fim das contas o @rafaelrosafu viu minha pergunta no Twitter e me emprestou o livro! \o/ Aproveitei que eu tinha acabado de ler o ultimo livro que eu estava lendo (Mestre Gil de Ham do J.R.R Tolkien), e já iniciei a nova leitura.

O livro me surpreendeu bastante, talvez por que eu estava esperando algo mais monótono, e ele é bem o contrário disso, dá várias dicas interessantes (que ajudaram eles quando estavam contruindo seus produtos, e ajudam até hoje) para quem pretende começar um novo negócio, e ainda dá algumas análises interessantes sobre como pensar como uma pequena empresa.

Alguns tópicos interessantes do livro:

Reuniões são tóxicas – O tempo que você perde em uma reunião e o retorno que ela te traz

Não contratar Rockstars – Criar um ambiente ótimo para extrair o Rockstar das pessoas

Planejar é chutar – Não levar tão a sério o planejamento pois todo planejamento é um chute grande ou pequeno

Tempo não é desculpa – Sabe aquele seu projeto que você está postergando há meses? Pois é…Você pode dedicar uma hora por dia para ele, e não esperar que aquele tempo sobrando venha, por que dificilmente virá. (esse bateu de frente comigo :P )

Comece no epicentro e ignore os detalhes – Mantenha o foco no centro do que o seu produto pretende fazer e evite detalhes no começo, para ter uma idéia mais geral e deixe o foco nos detalhes para uma segunda fase.

Durma – Não adianta trabalhar várias noites e perder toda a sua concentração e idéias por estar com uma mente cansada. Trabalhe e durma o suficiente para se manter criativo.

Diga não por padrão – Vejo muita gente que não sabe fazer isso, e realmente, o não muitas vezes é mais importante que o sim.

Faça pequenas decisões – É sempre mais fácil do que as grandes.

Aprenda a contratar – Contrate quando precisar, não examine apenas currículo por que ele não diz nada, não se preocupe muito com anos de experiência por que isso não é uma boa medida e não se preocupe com a localidade dos seus funcionários.

De liberdade aos seus funcionários – Eles não são crianças, e o seu custo de ficar monitorando eles para ver se eles estão realmente trabalhando é pior do que deixar eles por conta própria, e algum divertimento controlado no horário de trabalho não vai lhe trazer grandes prejuízos.

Enfim, esses são apenas alguns comentários sobre tópicos que eu achei interessante de ler no livro. É claro que eles estão falando de como é a realidade deles na 37signals, e você não vai conseguir aplicar essa idéia em qualquer empresa de qualquer área, mas para a minha realidade (e de muitos outros desenvolvedores) veio bem a calhar.

O livro contém muitos outros tópicos interessantes, e tem uma leitura bem agradável (é pequeno, tem uns desenhos por capítulo, demorei cerca de 5 horas para ler ele completo). Recomendo! ;)

Há braços

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Thursday, August 5th, 2010 Books 2 Comments

[BookReview] A cabeça de Steve Jobs

Æ!!

Aqui estou eu novamente para falar de um livro que eu li nas férias! Dessa vez vou comentar sobre: “A cabeça de Steve Jobs”

Sobre o livro

O livro é bem interessante e conta como Steve Jobs fez para ter o sucesso que tem atualmente, contando não somente os acertos, mas também os erros de Steve com o mercado, o que faz com que você caia na real que ele (assim como você) é apenas uma pessoa comum e que as vezes suas decisões fantásticas levavam a uma má situação.

Steve Jobs

Como todos que me conhecem sabem, eu estou longe de ser um Apple fan, mas mesmo assim tive vontade de ler esse livro para ver se realmente Steve Jobs é tudo o que dizem.

A experiência do livro mostra um Steve bem rude com seus funcionários, mas que fazia as coisas andarem corretamente dentro da empresa. Pelo visto ele tinha as boas partes de vários lados, pois ele tinha aquela grande vontade de mudar o mundo e além disso era teimoso e estava disposto a apostar pesado em seus produtos independentemente do quanto ele ia ter que arriscar para isso.

Achei muito interessante o modo como ele revolucionou a Apple focando em poucos produtos, mas produtos de qualidades dos quais eles dominavam por completo. Outra coisa que eu achei legal da personalidade dele é o perfeccionismo, o que ajuda a criar ótimos produtos, coisas que foram pensadas minunciosamente para estar da melhor forma possível, e isso não está presente em todos os lugares, atualmente o que vemos pelo mercado são vários produtos que foram pensados para funcionarem bem, e não para atenderem todas as necessidades ou durarem muito.

Elitismo! Isso é uma coisa que eu acho bem importante por sinal, Steve sempre estava buscando pelos melhores, pessoas que ele sabia que fariam o que seria de melhor para o que ele estava desenvolvendo, e não se importava com a quantidade de dinheiro que precisaria para ter essa pessoa (ou até mesmo esse objeto, ele também fazia isso com locais e objetos, sempre o melhor!) em seus projetos.

Prós do livro

Achei bem legal as fontes de todas as frases que estão no livro, o que comprova cada uma das entrevistas que o autor fez com as pessoas que estavam próximas de Steve Jobs nesse meio tempo.

Falar sobre o sucesso de Steve Jobs em suas duas outras empresas (Pixar e NeXT) e o quanto elas influenciaram na vida da própria Apple.

Contras do livro

Você fica totalmente perdido no tempo quando está lendo. O livro não foca em uma ordem cronológica, portanto hora você está vendo uma citação de 1997 e logo depois uma de 2002, e no próximo capítulo uma de 2000.

Conclusão

Se você gosta de criar coisas, ou pensa em abrir uma empresa, leia esse livro e entenda uma forma muito interessante de ver como fazer produtos, erguer uma empresa ou conquistar pessoas. Esse livro com certeza já mudou um pouco a minha forma de pensar. ;)

Há braços

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Monday, January 4th, 2010 Books 2 Comments

[BookReview] Anjos e Demônios

Æ!!

Felizmente eu estou de férias da faculdade novamente, e isso me dá um tempo livre para ler alguns livros, portanto resolvi começar com “Anjos e Demônios“, que é um livro que eu estou postergando a leitura faz mais de 2 anos (desde que li o código da vinci).

Eu particularmente gosto dos livros do Dan Brown, pois em sua grande maioria são histórias “polemicas” por misturar alguns fatos reais (que ninguem consegue provar a favor nem contra) com outros que são pura ficção. Antes de ler o “Anjos e Demônios” eu já li “O código da Vinci” e “Fortaleza Digital“, portanto já estou acostumado com o estilo de escrita do Dan Brown que sempre me estimula a leitura.

Pretendo (como em todo BookReview meu) novamente não dar spoilers do livro, por que senão perde toda a graça se você for ler, portanto vou dar apenas a minha opinião geral sobre o assunto.

Enfim, vamos as minhas opiniões: :D

Livro

Achei o livro muito legal, segue a mesma ideia dos outros livros do Dan Brown que eu li, ou seja, sempre com um fato marcante (morte de alguem) no começo para dar origens a vários fatos que precisam ser investigados.

Uma das coisas que eu achei interessante no livro é que toda a história acontece em apenas 1 dia (diferentemente do Senhor dos anéis onde se passam dezenas de anos…hehehe ), e gerou um livro bem extenso com uma grande riqueza de detalhes.

O desfecho da história desse livro (como todos os outros livros do Dan Brown) é muito legal e tem sempre as grandes reviravoltas e revelações que deixam você boquiaberto e com vontade de ler mais rapidamente cada parágrafo. Mas para saber quais são você vai precisar ler. ;)

Filme

Se você leu o Livro e gostou eu aconselho fortemente que você nem veja o filme. Eu estava totalmente curioso para ver o filme e logo quando terminei de ler o livro corri direto para assistir, e me deparei com um grande #fail.
Alguns dos motivos que me fazem ter essa ideia do filme:

  • Várias partes da história foram modificadas
  • Os nomes de alguns dos personagens mudaram
  • Personagens legais não apareceram
  • Personagens que eu nunca vi mais gordo apareceram

Eu até entendo o livro fugir um pouco da história, até por que, para que a adaptação seja boa a história precisa de algumas mudanças, é completamente normal, mas alterar o nome dos personagens? Isso para mim já é demais.
Final alternativo para fazer com que o personagem principal tenha mais prestígio para mim também foi totalmente desnecessário.

Considerações finais

O livro é muito interessante e eu recomendo a leitura tanto para quem já conhece as histórias do Dan Brown como para quem nunca leu nenhum livro e tem curiosidade.
E apenas para lembrar…NÃO veja o filme se você já leu o livro. ;)

Há braços

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Sunday, December 27th, 2009 Books 3 Comments

[BookReview] High Performance Websites

high-performance-web-stiesÆ!!

Mais um dos livros que eu consegui terminar de ler nas férias! O livro fala sobre performance de front end, como fazer as suas páginas carregarem mais rapidamente e fornecer uma melhor experiência para o usuário.

O livro começa explicando um pouco sobre o HTTP, seus métodos e utilizações, e depois inicia as sobre as 14 regras para ter um website mais performático. Eu vou tentar mostrar um pouco de cada uma das regras que o livro aborda, mas é claro que sem os grandes detalhes, comparações e exemplos que o livro dá, que são muito amplos e interessantes para se entender, mas vou dar uma visão geral de qual é o conteúdo da regra, para te chamar para comprar o livro e ler ( ou não…hehhe ).

As 14 regras são:

Faça menos requisições HTTP

Obviamente se tivermos menos requisições HTTP teremos páginas mais rápidas, então o livro recomenda várias técnicas legais como combinar imagens e usar estampas CSS, combinar scripts para evitar várias chamadas, assim chamando um script só, e tambem combinar folhas de estilo.

Use uma Rede de Distribuição de conteúdo

Distribua seu aplicativo de diferentes servers distribuídos geograficamente, pois assim você conseguirá entrega de pacotes mais rapidamente para determinados tipos de usuarios.

Adicione um cabeçalho expires

Sempre usar bem os cabeçalhos expires dos pacotes, para que o browser possa controlar de maneira correta o cache. Utilizando expires para datas futuras você cosegue um ótimo ganho de performance, por que não vai ser necessária outra chamada HTTP, pois o browser vai saber que seu cache não expirou e vai manter os arquivos já baixados.

Obviamente isso deve ser bem controlado para você saber o que deve ficar no cache e quando substituir determinadas coisas ( que podem ser substituidas alterando o nome, por exemplo ).

Componentes gzip

Sempre usar o mod de gzip ( se vc estiver usando apache ), pois os ganhos são muito grandes, e chegam a mais de 50% do total de tempo final de renderização da página.

Coloque as folhas de estilo no topo

Um argumento bem legal para esse! O autor do livro mostrou suas experiências com o arquivo CSS em outros lugares que não são o topo e percebeu que a página esperava pelo CSS para poder continuar renderizando a página, portanto reduz a experiência do usuário, que ficará com uma página em branco enquanto aguarda, sendo que poderia estar vendo aos poucos a página.

O que faz o browser esperar que o CSS seja carregado é o fato de ele não ter que renderizar duas vezes ( uma com o css padrão do browser e outra com o seu CSS personalizado ).

Coloque os scripts no final

O argumento para esse é que a pagina sempre para de carregar os outros componentes enquanto está carregando os scripts, por que eles podem alterar a página com algum document.write, e muitas a ordem precisa ser mantida, portanto com os scripts no final da página você vai retardar menos o carregamento, pois quando estiver carregando o script o usuário já vai ter uma boa parte da página para se intreter.

Lembrando que nem sempre é possível colocar o script no final da página, pois as vezes os elementos precisam do script carregado para fazer determinadas coisas, mas sempre que possível a sua performance pode ser melhorada com os scripts no final.

Exite expressões CSS

Todos sabemos que expressões CSS ( usando expression ) não é bom, e o livro demonstra alguns por que’s disso que não vou abordar, apenas digo: Não use!

Deixe o Javascript e o CSS em arquivos externos

Interessante essa parte, por que como eu pensava, realmente deixar o CSS e o Javascript embutidos na página é mais rápido, mas quando se tem Javascript e CSS em arquivos separados e com um expires configurado você tem uma melhor resposta por que os scripts seriam carregados uma vez só e depois mantidos em cache enquanto várias páginas ficariam menores para carregamento.

Reduza as pesquisas em DNS

Nesse capítulo ele fala um pouco do tempo que demora para resolver um DNS e que é possível fazer caches de DNS

Minimize o Javascript

É comentado um pouco de ofuscamento de Javascript, quando você tira todos os espaços e caracteres inúteis do seu javascript deixando ele funcional e mais leve. Quando se usa Gzip essa técnica ajuda pouco, pois o texto já vai ser compactado, mas mesmo assim ainda há ganho, e um comentário pessoal: Se você não altera esse javascript com frequência, por que não? :)

Evite redirecionamentos

Os redirecionamentos são reponsáveis por uma boa parte do tempo de uma requisição, deixando o usuário vendo uma tela em braco nesse meio tempo, portanto não são nada bons para um website. O livro trata de algumas formas para evitar redirecionamentos, como alias do apache por exemplo.

Remova scripts duplicados

Parece estranho a primeira vista mas realmente acontece dependendo do tamanho do seu código e a quantidade de CSS e Javascript que você possui em sua página. O autor resolveu colocar esse tópico analizando grandes sites da internet e percebendo que vários deles possuia esse problema, gerando requisições em vão.

Configure as Etags

Use-as ou deixe-as! As Etags podem ajudar bastante na performance se bem configuradas e o livro dá vários exemplos de como isso pode ser feito, alem de uma explicação legal do que são as Etags.

Faça com que o AJAX se aproveite do cache

O livro descreve alguns exemplos onde o cache pode ser utilizado para aplicações com AJAX ( utilizando expires com data futura ) e outros onde realmente é dinâmica demais para se usar um cache. É interessante para se descobrir maneiras diferentes de se lidar com a performance e como ela se aplica para o seu caso.

Analizando 10 grandes sites

Essa foi uma parte que eu gostei bastante de ler, por que ele mostra grandes sites que estamos acostumados acessar ( os sites analisados nesse capítulo são: Amazon, AOL, CNN, eBay, Google, MSN, MySpace, Wikipedia, Yahoo, Youtube ) e mostra as partes boas e ruim que foram implementadas, e assim você ve com ótimos exemplos o que poderia ser feito, juntamente com as ferramentas utilizadas para a medição de cada uma das funcionalidades, e você pode muito bem utilizar as mesmas ferramentas para medir o seu website.

Conclusão

O livro é muito legal para se saber como trabalhar bem uma performance de front para você proporcionar uma melhor experiência para o seu usuário, deixando uma navegação mais rápida. Algumas das coisas que o livro aborda são extremas ( necessárias para grandes sites, como no caso do autor, o Yahoo! ), e muito provavelmente não são totalmente úteis em pequenos websites, mas a grande maioria é totalmente aplicável.

Eu particularmente gostei bastante do livro, mesmo ainda não aplicacando tudo o que o livro fala, consegui ter uma boa noção de boas práticas e experiências de alguem que já trabalhou com isso e tem bons argumentos para lhe dizer por que isso seria uma boa escolha.

Eu recomendo! :)

Há braços

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Wednesday, July 29th, 2009 Books 7 Comments

[BookReview] Lord of the Rings

Æ!!

Chegou o momento que eu estava esperando há vários meses….Após terminar de ler, vou escrever sobre O Senhor dos Anéis! :D

Todos que me conhecem sabem como eu sou apaixonado pelo mundo de O senhor dos anéis ( na verdade sobre histórias medievais e o Senhor dos anéis é the best ), e eu só tinha assistido o filme ( mais de 10 vezes o primeiro, e milhões de vezes os outros 2 ) e não tinha lido o livro ainda, o que me deixava inquieto, pois eu sabia muito bem que o nível de riquezas e detalhes do livro ia muito alem do que eu podia imaginar, sem contar que muita coisa foi cortada no filme ( obviamente ) para que se fosse feita uma boa adaptação.

moto_0698Esse ano eu comprei a versão full do livro com os 6 livros, e não divididos em 3 versões encadernadas, por que queria me gabar de ler um tremendo monstro de 1200 páginas ( haha ),  e adotei alguma disciplina para ler, pois por que se você encarar 1200 páginas para ler como se fosse um todo você vai procrastinar bastante. O que fiz foi dividir por capítulos e a cada dia que se passava eu lia um capítulo.

Não sei quanto tempo exatamente levei para ler esse livro, mas como as coisas foram bem planejadas, eu consigo supor que levei cerca de 62 dias ( São 62 capítulos divididos entre 6 livros ), o que é um tempo razoavelmente bom para se ler um livro desse tamanho ( pelo menos para o meu ritmo ).

O que eu falo abaixo não vai ser nenhum spoiler se você já viu o filme e ainda não leu o livro. ;)

Primeiro livro

O primeiro livro conta desde a festa de aniversário do Bilbo até o momento onde está fugindo dos espectros e eles foram levados pelo rio. Entre esses dois eventos muita coisa legal acontece, e muitas coisas que não aparecem no filme por diversos motivos, alguns por quantidade hábil de tempo ( senão o filme seria infinito… ) e outras por que não seria muito legal a cena em filme e apenas em livro é legal.

Um personagem que era para estar na comitiva dos Hobbits mas ficou para ajuda-los com o Nazgul foi o Fatty Bolger, que não foi mencionado no filme mas teve a sua pequena participação como amigo dos Hobbits.

Uma parte legal que não foi incluída nos filmes foi a viagem pela colina dos túmulos, onde eles encontram algumas coisas legais além de Tom Bombadil ( que não faria uma boa participação no filme devido a característica do personagem, apesar de toda a influencia que tem na história e por ser uma das criaturas mais velhas e misteriosas da terra media ) que os ajuda.

No ponei saltitante que o Sam conhece o Ponei “Bill” que posteriormente é deixado em Minas Moria contra a vontade de Sam, mas ele ainda aparece bastante na história, mas ficou meio de lado no filme.

Segundo Livro

O Segundo livro vai desde a chegada a Valfenda até o rompimento da sociedade já com a morte de Boromir.

Na minha opinião a personalidade do Boromir ficou um pouco diferente no filme, fazendo com que ele parecesse traiçoeiro todo o tempo, o que no livro da outra impressão, que ele estava realmente indo até Valfenda para descobrir mais sobre os sonhos que tiveram sobre o retorno do descendente de Isildur e os pequenos.

As passagens por Moria com charadas para entrar, a queda de Gandalf na luta contra o Balrog, foi como rever o filme com vários detalhes.

A passada por Lórien foi muito legal, e é interessante ver as pequenas aparições do Golum em alguns lugares, e os caras tentando descobrir que bicho era aquele que estava rastejando em tal lugar e tudo mais.

Terceiro Livro

O terceiro livro conta desde a morte de Boromir e sua partida pelo rio até o momento que Pippin olha no “Palantir”.

Gostei de ler todas as estratégias dos cavaleiros de Rohan contra os Uruk-hai enquanto eles estavam com Pippin e Merry, até todos os detalhes da fuga deles no meio das batalhas para a floresta de Fangorn. Fangorn é o nome do Barbarvore, que é outro dos seres mais velhos da terra média. Uma coisa que foi interessante, foi que os Ents realmente decidiram ir para a guerra e marcharam para isso, não apenas viram uma foresta devastada e foram do nada ( assim como no filme ), e foi legal ler sobre a marcha deles. Outra coisa interessante tambem são os momentos com Barbarvore que são muito bem descritos, tanto como as tocas dos Ents.

As descrições da batalha dos ents em Isengard são ótimas! O que eles fizeram, seus momentos de fúria contra a torre do Saruman e mais coisas interessantes.

Uma cena boa de se ler é quando Gandalf ( que já tinha retornado como O branco ) conversa com o Saruman após o fim da Guerra, quando Isengard havia sido derrotada ( que só tem na versão estendida do filme ), onde ele mostra que o Saruman já não tem mais cor nenhuma e que o único poder dele era a voz e isso ainda podia persuadir muita gente.

Quarto Livro

O quarto livro conta a parte da viagem que fala sobre Frodo e Sam, desde o momento que eles prendem o Golum e ele jura guia-los, até o momento que Sam acha que Frodo estar morto após ser atingido pela ferroada da Laracna.

No livro é ainda mais claro como o Sam odeia o Golum e sabe que será traído a qualquer momento, enquanto o Frodo ainda acredita nele ( seja por que achq eu ele vai melhorar ou por que não tem outra escolha ).

Aqui que o Faramir aparece pela primeira vez perguntando pelo Boromir, e é aqui que ele quase mata o Golum por estar no lago proibido. As descrições do Tolkien sobre os lugares, paisagens e detalhes de personagens são fantásticas, e você consegue criar mentalmente todo o cenário.

Quinto Livro

O quinto livro vai desde a chegada de Gandalf a Minas Tirith junto com Pippin até o fim da guerra de Gondor e a concentração em frente ao portão negro.

Gostei bastante desse livro por que detalha bastante a concentração das tropas, os ataques, o medo das pessoas que estão na cidade, e a espectativa pré-guerra.

Uma das coisas que eu estava esperando ver e não aconteceu exatamente como eu esperava, era a guerra no Pellenor com o auxílio dos mortos que vieram das sendas dos mortos. Na história original eles ajudaram a tomar todos os navios que estavam indo para Gondor, mas não foram além para ajudar na batalha ( assim como aconteceu no filme ), e foram dispensados antes, portanto, na batalha em Gondor eles tiveram que vencer com homens que conseguiram no caminho com os navios e os que já estavam lá.

A morte de Théoden juntamente com o grande feito de Éowyn ( com a ajuda do Merry ) ao matar o senhor dos Nazgûl justamente quando eles tinham acabado de derrubar o portão e ele estava pronto para adentrar na cidade foi muito bom! Vendo as descrições das batalhas achei as cenas dos filmes mais fantásticas do que eu achava antes.

Sexto Livro

O ultimo livro começa com Sam indo ao resgate de Frodo que foi levado pelos Orcs até Cirith Ungol e termina com o final das guerras, da terceira era e da influência dos anéis na terra média.

Os detalhes das torres e das brigas dos Orcs em Cirith Ungol é muito interessante e você sente o quanto o Sam estaria desesperado por estar dentro da fortaleza do Inimigo numa missão praticamente suicida, mas por sorte os orcs se mataram antes dele chegar…hehe

O que gostei mais foi o final que não é totalmente clarificado no filme, e no livro tenho todos os detalhes e o ponto final. A parte final onde se vê todos se despedindo saindo de Gondor e passando por todos os lugares que passaram, deixando cada povo em sua determinada terra, sem contar com alguns que se juntaram para fazer coisas diferentes é interessante como lembrança de toda a história.

Agora pude ler todos os detalhes do casamento do Faramir com a Éowyn. Ela é um dos personagens mais interessantes, por que é uma mulher que não quer ser rainha nem donzela, e sim um cavaleiro e lutar até a morte, e o Faramir usou ótimos argumentos para domar a fera…hehe

A parte de expurgo do condado que eu estava curioso para ler havia muito tempo, e não sabia que o Saruman ia aprontar antes de morrer ainda.

Apêndices

Estou começando a ler os Apêndices agora e eles com certeza serão a minha introdução para o Silmarilion, por que falam muitas coisas que a história conta, e agora entendo o por que de cada acontecimento. Enquanto ele vai descrevendo cada acontecimento ele manda as referências em páginas, tanto nessa obra como em outras como O Hobbit ( que eu também tenho ), e por isso eu quero degustar aos poucos essa leitura vendo todas as referências e ligando os fatos entre as histórias. :D

Eu recomendo bastante você a ler os Apêndices se você quiser entender que O senhor dos anéis é só a ponta do Iceberg num mundo maravilhoso que o criou.

Conclusão

O que eu queria fazer é descrever um pouco que eu gostei mesmo de ler, e como não fui anotando nada e deixei para fazer tudo no final, e não lembro de muitas coisas que eu queria escrever aqui, mas acho que consegui escrever alguns dos pontos legais que não tem só no filme.

Só para constar, eu acho o filme fantástico e na minha opinião é uma das melhores adaptações de livros ever! As coisas que eu comento aqui não tiram nem um pouco os méritos do filme, apenas mostram que um livro de 1200 páginas pode ser muito mais bem detalhados do que 9 horas ( ou 11 no estendido ) de filme.

Acho que consegui descrever sem dar grandes spoilers para quem nunca leu, e recomendo muito mesmo que você leia, por que vale muito a pena!

Há braços

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Saturday, July 25th, 2009 Books 1 Comment

[BookReview] Pragmatic version control using Git

tsgit

Æ!!

Há tempos que eu estava querendo conhecer um pouco mais do Git e nos últimos dias estava procurando um livro legal, quando me deparei com esse livro. Fiz algumas perguntas para um pessoal no Twitter como pessoalmente sobre esse livro, alguns me recomendavam, outros me passavam outros também interessantes, e estava em dúvida entre comprar ou não, até que consegui emprestado e li em 3 dias.

O livro é bem interessante, aborda desde o mais básico até o nível intermediário, não abordando conteúdos tão avançados.

Começa abordando como é o fluxo de trabalho do git, mostrando com exemplos práticos como você faz para usar o git num projeto, modificando o arquivo, adicionando para o stage, fazendo commits e etc. E fica uma boa parte do livro mostrando um pouco sobre as formas com que você pode fazer as coisas, como:

  • Adicionar arquivos como o git add -i para adicionar interativamente
  • Usar git log -p para alem de ver as mensagens de commit ver tambem o que foi usado
  • git log -2 para ver apenas as 2 ultimas mensagens de log
  • git diff –cached para fazer o diff do que já está no stage
  • E mais várias outras dicas úteis

Uma das coisas que eu achei interessante foi a apresentação de curiosidades interessantes como dizer que o Git usa um hash SHA1 que tem uma chance se se repetir de 2⁶⁹ :P .

Comentou sobre algumas ferramentas para se usar junto com o Git, como alguns mergetools para facilitar no processo de merge e o git gui ( que é feio que dói, mas funciona ) para quem gosta de brincar com algo no estilo tortoise.

Depois de explicar sobre a parte básica do Git ele começa a passar para algo mais intermediário, onde vem os merges e as modificações de commits localmente.

Nessa parte mais intermediária foi comentado sobre o git rebase e como você pode usá-lo para reorganizar os seus ultimos commits usando git rebase -i. É uma técnica bem interessante quando se faz um monte de commits locais mas quer enviar apenas um commit para o repositório.

Foi comentado tambem sobre tags e como é útil utilizá-las para marcar as versões do seu sistema, sendo que você pode adicionar commits apenas a uma tag e tal. Utilizando git tag 1.0 você já define que determinado commit marca a versão 1.0 do seu sistema. Você pode depois dar um git checkout na sua tag e ver ela como read-only ( sendo possível criar um branch e fazer modificações ).

Mais modos do git log foram apresentados tambem, como fazer um git log para ver os commits das ultimas 5 horas, ou desde as 10 horas usando –since ou –before, ou até mesmo usar um –pretty=format:”" e passar uma melhor maneira para formatar o seu log. :)

Conheci algums comandos interessantes que raramente são usados mas são muito úteis tambem:

  • O git gc que compacta o seu repositório para que ele exclua tudo o que não está relacionado a nada, assim reduzindo o espaço que seu repositório ocupa.
  • O git archive para você gerar um arquivo com seu repositório com a versão que quiser, sendo tag, passando o Head ou o que achar melhor.
  • O git reflog para quando você precisa recuperar algum commit que não está mais no repositório, algo que estava em um branch que foi excluído ou coisas do gênero ( lembrando que se você usou o git gc isso não será possível )

O livro tambem comenta de vários outros comandos, como o git cherry-pick por exemplo, para você passar um commit para outro branch, e sem contar que mostra várias opções que os comandos normais tem, como o git diff para você ver os status a partir de uma tag e tal.

Concluindo, achei o livro interessante e recomendaria para muita gente! O que eu tenho a dizer é que ele não é um livro para alguem que quer ver algo avançado em git, e sim alguem que não conhece ou sabe apenas o bem básico, pois assim vai conhecer algumas coisas bem legais.

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Sunday, July 19th, 2009 Books 4 Comments

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